Dieta do Cérebro – Aumente a sua inteligência


Dieta do Cérebro – Aumente a sua inteligência
A dieta do cérebro… sim, essa dieta existe e seu principal objetivo não é emagrecer e sim fornecer ao cérebro nutrientes essenciais para que ele possa desenvolver o máximo da sua capacidade e ainda prevenir diversas doenças como Mal de Alzheimer, esquizofrenia e depressão.

Muitos estudos estão sendo feitos para desvendar a relação entre a alimentação e a saúde do cérebro e com isso muitos mistérios estão começando a se desenrolar. Cada vez mais fica claro, o quanto a alimentação nos dias atuais está comprometendo a saúde do cérebro com seus alimentos vazios e excessos nutricionais desnecessários.

Somos atraídos, mesmo sem se dar conta, por alimentos altamente calóricos e processados e muitas vezes damos as costas para uma uma dieta rica em fibras, vitaminas e minerais, antioxidantes, fito nutrientes e gorduras importantes para o cérebro como os ácidos graxos omega 3.

A dieta do cérebro consiste em uma dieta balanceada com alimentos funcionais, ricos em vitaminas, como vegetais, grãos integrais, fibras, legumes e frutas coloridas, alimentos ricos em ômega 3 como peixes, linhaça, nozes. Uma dieta rica com esses alimentos formam uma proteção para as células frágeis do cérebro, evitando o estresse oxidativo e inflamação, que acaba se tornando em condições crônicas neurológicas e psiquiátricas.

A dieta equilibrada para o cérebro é a mesma que também é boa ao coração. Ela evita que as artérias se entupam e facilita o fluxo do sangue para o cérebro. Comer peixes e frutos do mar regularmente, protege o coração, de doenças cardíacas e o cérebro, contra doenças como mal de Alzheimer e depressão.

Desde o ventre materno

Segundo as pesquisas, a saúde do cérebro começa desde a alimentação durante a gestação e amamentação. Quando a mãe grávida ou lactante, se alimenta frequentemente com ômega 3, os bebês tendem a ter um QI mais alto e redução visível nos problemas de desenvolvimento nos primeiros anos de vida.

Esses problemas cognitivos e comportamentais, que podem ocorrer na infância, podem influenciar o indivíduo por toda a vida, afetando sua interação social e autoestima. No entanto, nunca é tarde demais para fazer mudanças na alimentação. Segundo um estudo foi constatado que, mesmo na fase adulta, suplementos de ômega 3, melhoraram a função mental e intelectual de diversos pacientes.

Má alimentação x doenças psicológicas

A má alimentação nos dias atuais, podem explicar uma série de doenças tão comuns nos dias de hoje em crianças, como autismo, TDAH, déficit de atenção, hiperatividade. Aliás, não só crianças. Cerca de 1,5 milhões de adultos tomam medicação para o TDAH atualmente. Segundo pesquisas, a incidência do mal de Alzheimer está prevista para, pelo menos, quadruplicar nos próximos 40 anos.

Precisamos mudar nossa alimentação à partir de agora, para que essa realidade possa mudar. Temos que ter consciência que uma alimentação rica em calorias e pobre em valor nutricional, não estará apenas prejudicando a nós mesmos, mas como também, as gerações futuras. Fazer escolhas alimentares adequadas é um investimento a longo prazo para nós e nossos filhos.

Como é a dieta do cérebro?

* Consumir no mínimo, 5 porções de frutas e legumes. Escolha os mais coloridos. Quanto mais forte a cor, maior fonte de antioxidantes e anti-inflamatórios fitoquímicos.
* Comer peixe pelo menos três vezes por semana ou tomar suplemento de óleo de peixe (ômega 3).
* Eliminar ou reduzir o consumo de carne vermelha para no máximo uma vez por semana.
* Adicione mais ácidos graxos na dieta, incluindo óleo de canola, óleo de linhaça, nozes e óleo de amêndoa.
* Escolha carboidratos complexos e evite os simples. Prefira o arroz integral, macarrão de trigo integral, cereais integrais e pães integrais e evite sempre que puder, o branco, feitos com farinha refinada.
* Cozinhe os alimentos no vapor sempre que possível, pois cozimentos longos reduzem drasticamente o valor nutricional dos alimentos.
* Carnes gordas assadas em alta temperatura (forno), queijos muito gordos, alimentos altamente processados e alimentos fritos, causam a formação de toxinas denominada AGE, na comida. Essa toxina produz estresse oxidativo, inflamação e, finalmente, comprometem a função cardiovascular e cerebral. A regra geral é que se use temperatura mais baixa, menos tempo de cozimento, e na presença de umidade ou seja, cozinhar é melhor que fritar.
* Incluir especiarias culinárias anti-inflamatórias e antioxidantes na alimentação também é benéfico, assim como ervas e chás.


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